segunda-feira, 23 de novembro de 2009

500 dias com ela

Nem tão romântico, mas também nem tão "não-romântico"

O filme “500 dias com ela” retrata uma história romântica ao avesso. Summer é completamente diferente do que se pode esperar de uma personagem feminina. Ela é uma mulher moderna que não procura por romance e nem por compromisso em seus relacionamentos amorosos. No filme, quem assume este papel é o protagonista Thomas.

Thomas é formado em arquitetura, mas trabalha em uma empresa de cartões. Em seu ambiente de trabalho conhece Summer, por quem se apaixona.

Ao longo de “500 dias com ela” é mostrado em ordem, nada cronológica, os dias desde que o casal se conheceu. Os 500 dias, ora felizes, ora tristes demonstram as brigas e os momentos de demonstração de carinho entre Thomas e Summer.

A ideia do filme não é seguir um roteiro típico de histórias românticas, em que o casal normalmente se resolve e protagoniza depois de indas e vindas um final feliz. O objetivo é mostrar uma outra ótica dos relacionamentos amorosos, onde nem sempre é aquela pessoa será “para sempre”.

O filme tem um final atípico, só que também não deixa de lado a ideia universal de que há sempre “um chinelo velho para um pé descalço”.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O nude como tendência

Tons pastéis têm tomado conta dos makes e das roupas




Tendências clássicas voltaram com tudo neste últimos tempos. Cintura alta, ombreiras, alfaiataria e coletes reconquistaram seu lugar no mundo da moda. Agora é vez das cores. Os tons sóbrios estão presentes novamente no guarda roupa feminino.

O nude é a tendência do momento. Do cinza ao rosa claro, ele se reiventa nos make ups e nas roupas. O termo quer dizer "nu" e se caracteriza por ser próximo aos tons de pele.

Nas maquiagens, os tons pastéis dão uma impressão de naturalidade e feminilidade. Já nos looks, remetem ao ar da mulher chique e clássica.

Várias famosas já aderiram a nudemania, são elas a Serena de Gossip Girl e a mais nova queridinha da América, Blake Lively, Penélope Cruz e a brasileira Grazi Massafera.

sábado, 7 de novembro de 2009

A revolução será “internetizada”

Rodrigo Vianna acredita que a internet pode ser a saída para liberdade de expressão




Na quinta-feira (29), foi à vez de Rodrigo Vianna ministrar a série de palestras promovida pelo IESB em parceria com a Escola Livre de Jornalismo para discutir a blogosfera e as novas mídias.

O jornalista, hoje muito conhecido pela polêmica que envolve sua demissão da Rede Globo (a qual acusou de favorecer candidatos nas eleições de 2006) começou a palestra mostrando trechos do documentário “A Revolução Não Será Televisionada”, que trata do golpe contra Hugo Chávez na Venezuela e da manipulação da mídia na época.

Para Vianna, a manipulação acontece em 90% dos veículos de comunicação. Até porque, a maioria deles, são veículos corporativos, que defendem a política editorial estabelecida. Dessa forma, o jornalista fica restrito e precisa atender a demanda do meio de comunicação, tendo assim pouca liberdade de expressão. “Diria que há pouca liberdade, principalmente, para os iniciantes” explica Rodrigo. Mas, não deixa de ressaltar que é claro que existem jornalistas que conseguem se destacar e trazer pautas mesmo nos veículos corporativos.

Rodrigo enxerga que a internet é a principal ferramenta de debate da comunicação no Brasil. Segundo ele, os blogs podem ser a saída para a liberdade da imprensa, mas não da imparcialidade. “Jornalista tem cultura, convicções políticas e religiosas” afirma ao questionar a parcialidade de cada jornalista.

Rodrigo Vianna que é remanescente da TV Globo, atualmente trabalha na Rede Record e, paralelamente, escreve no blog “Escrinhador”, no qual discute temas da mídia brasileira. Durante a palestra, disse estar surpreso por haver tantas pessoas dispostas a discutir o futuro da mídia.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Amorim diz ser contra obrigatoriedade do diploma de jornalista

Para ele, o jornalista brasileiro precisa se lembrar a escrever o português



O jornalista Paulo Henrique Amorim abriu, nesta segunda-feira (26), o ciclo de palestras do IESB em parceria com a Escola Livre de Jornalismo. A iniciativa tem o objetivo de discutir o poder da blogosfera e os rumos da imprensa, por meio, do debate com renomados jornalistas que se destacam na web.


O autor do blog “Conversa Fiada” chegou entoando seu famoso jargão “Olá, tudo bem?”. Amorim é famoso pelos pseudônimos a qual cria para figuras famosas da política e por debater em seu blog os principais assuntos da mídia. Também foi ele quem criou o termo Partido da Imprensa Golpista, o PIG, formado pelas famílias que monopolizam os meios de comunicação brasileiros.


Durante a palestra, Paulo Henrique afirmou não ser a favor da obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista e explicou o motivo. “O jornalista brasileiro esqueceu como se escreve o português” diz ele. E ainda criticou os jornais brasileiros. Para o blogueiro, os jornais brasileiros são péssimos. “Para saber do Brasil busco ler os jornais internacionais” enfatiza.


Um pioneiro nas sucessões políticas e com experiências em diversos meios de comunicação, hoje trabalha na TV Record no “Domingo Espetacular” e também é colunista do portal UOL. Além de possuir o blog “Conversa Fiada”, que já foi abrigado pelo site Ig e tem o nome remanescente de seu programa na TV Cultura.


sábado, 31 de outubro de 2009

Revival: Time To Mix

Um momento para reviver minhas matérias do Time To Mix veiculadas no site Bsbglam.


Sebastian Soul durante desfile da C&A no Time To Mix.


Para conferir minha matéria, acesse http://bsbglam.com.br/wp/2009/09/michael-jackson-morreu-mas-no-brasil-sobrou-sebastian-soul/

Aprecie a matéria e a foto, todas de minha autoria.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Pesquisador cria fórmula para se falar inglês em português


Estudos matemáticos estabelecem método que aprimora e dá mais oportunidades de comunicação




O aprendizado da língua inglesa se mostra difícil para a maioria dos brasileiros. Os erros de pronúncia do inglês já viraram até motivo de piada. Quem não lembra da ex-BBB Solange que cantava “Iarnou” em vez de “We Are The World”? Mas, ninguém nunca havia parado para pensar o motivo dessa dificuldade ou uma forma de resolver este problema. Ninguém, até o diretor de pesquisas Dangelo Ciccarini.



Dangelo desenvolveu um método que permite falar em inglês em um pouco espaço de tempo. A ferramenta não ensina gramática e nem vocabulário, mas permite que qualquer pessoa que conheça a fórmula possa falar e ler palavras em inglês.


O método é baseado em estudos matemáticos, principalmente, o do filósofo Noam Chomsky, que conclui que há propriedades matemáticas na linguagem. Depois de se debruçar em estudos e teses ainda não concluídas, Ciccarini conseguiu montar e decodificar uma fórmula matemática que serviria para a linguagem. “Na vida nada se cria, tudo se encontra. Mas, eu apenas patenteie” brinca ele.


O pesquisador concluiu que, como um bebê, toda pessoa só precisa saber os sons para conseguir falar. Dessa forma, montou um jogo entre vogais e consoantes que estabelece que o número de consoantes presentes na palavra pode mudar a sonoridade da letra.


O macete, como Dangelo prefere chamar, possui cinco regras e dez exceções. “Quando éramos pequenos aprendemos à tabuada e eram 400 quadradinhos para decorar. Aqui são apenas 20. Você acha que não pode decorar?” indaga.


Para Ciccarini, a dificuldade de se pronunciar as palavras em inglês é porque aprendemos de forma errada. Primeiro é preciso aprender a falar, para depois descobrir o significado e no final, ler e escrever.


Com esse método, que estará disponível a partir do dia 05 de novembro, no dia da Ciência e da Cultura, em seu site, Dangelo pretende dar amplo acesso a todos para conhecer a prática. O projeto é também uma forma de ascensão social, pois, dessa forma, qualquer pessoa poderá falar em inglês e terá maior facilidade para aprender mais a fundo depois à língua.


Dangelo também tem um olhar à frente e diz acreditar que com esse método e com os cursos desenvolvidos no site, os brasileiros terão maiores oportunidades durante a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. “Pensa, você vai querer contratar um garçom que fala “ingrês” ou que fala inglês em português” diz Ciccarini.





segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Taxação do dólar não impede valorização do real

Mesmo após o anúncio, Bovespa continua operando com elevação e dólar em queda



A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registra uma série de alta impulsionada, principalmente, pela desvalorização da moeda norte-americana.


O Governo brasileiro para conter a valorização do real estabeleceu o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) responsável por taxar em 2% o capital estrangeiro para investimentos em ações e renda fixa. A medida foi anunciada no dia 19 de outubro pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. O objetivo é impedir que empresários invistam apenas na Bolsa, o que dificulta as exportações brasileiras.


Com o dólar em baixa, os consumidores brasileiros podem comprar itens importados mais barato, o que impulsionou a compra de eletroeletrônicos nesta semana. Porém, a situação atrapalha as exportações, que com o preço em alta, têm menos espaço para concorrer externamente.


O efeito da taxação só foi sentido nos dois dias seguintes do anúncio. No primeiro dia, o dólar atingiu a maior taxação em quatro meses. Mas, em seguida, a Bovespa já voltava ao patamar de alta, demonstrando que o motivo de discordância entre os ministros da Fazenda e do Desenvolvimento, Miguel Jorge, era pertinente. Para Miguel Jorge, a medida não será suficiente para melhorar as condições no comércio exterior. Mas o benefício seria para a arrecadação, que registrou queda nas últimas semanas.